sábado, 2 de dezembro de 2006

Segredos guardados, escondidos por uma mentira doce que não consigo experienciar ou compreender.

Sou fã da verdade, encontro sempre nela o sabor açucarado de quem dorme com o dever cumprido.
Porque não consigo simplesmente fechar a porta, como tantos outros!?
Porque insisto em contar, em dar a cara, em assumir cada um dos meus passos!?
Porque teimo em rejeitar a mentira branda que mantém o rio sereno optando sempre pela correnteza brava de uma verdade!?

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